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domingo, 15 de dezembro de 2013

Os sinais do céu, a Lua vermelha, os Tetrads


AS TETRADS DE 2014 E 2015, OS JUDEUS E ISRAEL



"Aparecerão sinais no sol, na lua e nas estrelas..." (Lucas 21:25)

Este é um assunto potencialmente polémico, contudo deveras interessante e merecedor da reflexão e análise da parte de todos aqueles que levam a sério as profecias bíblicas relacionadas com Israel como nação, e os judeus como povo eleito de Deus.
Várias pessoas amigas me pediram para que eu postasse o estudo sobre este assunto, ao que alegremente acedo, pedindo no entanto que o mesmo seja lido e estudado, não em forma de dogma ou afirmação de um absoluto bíblico, mas simplesmente como algo de incontestável interesse e fundamento histórico, que deverá servir unicamente para meditação, reflexão e, mais do que qualquer outra coisa, preparação para os tempos atribulados que velozmente se aproximam deste mundo.
Estas análises serão assim mais um "sinal" de alerta, uma orientação para todos quantos anseiam pela vinda do Reino e do Messias Jesus!

OS ASTROS COMO SINAIS


Desde o início da Criação que o Livro das Origens (Génesis) nos informa que Deus, o Criador, colocou as estrelas e os astros nos céus como"sinais" - Génesis 1:14.
"Disse Deus: haja luminares na expansão dos céus...esejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos."
Neste sentido, "sinais" podem servir como pontos de orientação, mas também como "alertas" indicadores de eventos significativos.

TRÊS GRANDES EVENTOS ANUNCIADOS NOS CÉUS
Os maiores eventos da humanidade são aqueles em que Deus Se manifesta de forma visível, para que todos testemunhem do Seu poder e amor.



Assim foi no anúncio da incarnação do Messias - o Filho de Deus - em Belém da Judeia. Os magos que vieram da Babilónia para adorar o Messias encetaram essa longa e arriscada viagem porque tinham visto o"sinal" nos céus: "...porque vimos a Sua estrela no oriente, e viemos a adorá-l'O...vendo eles a estrela, regozijaram-se muito com grande alegria." (Mateus 2:2 e 10).


O segundo grande evento assinalado nos céus, foi a própria morte do Filho de Deus no madeiro. Diz o relato bíblico que durante 3 horas houve um grande eclipse que provocou escuridão no local: "Desde o meio dia até às três horas da tarde, toda a Terra esteve envolta em escuridão." (Mateus 27:45). Clara descrição de um eclipse.
O terceiro grande evento, ainda num futuro que esperamos seja próximo, acontecerá logo antes da vinda gloriosa do Messias, o Filho de Deus ressurrecto: "O sol escurecerá, a lua não mais brilhará, as estrelas 

LUA VERMELHA SOBRE JERUSALÉM

cairão do céu, e os poderes celestes serão abalados. Então o sinal do Filho do Homem aparecerá no céu..." (Mateus 24:30, 31).

Há então uma base bíblica para prestarmos atenção a estes sinais cósmicos? Claro que sim! A incarnação, a morte expiatória do Messias, e a Sua vinda gloriosa para reinar na terra são a prova disso. Ora é nessa base que a nossa atenção foi despertada pelos estudos de alguns homens de Deus, e que nós próprios também pesquisamos e desenvolvemos com muita atenção e cuidado, na expectativa de algo de transcendente que poderá em breve vir a acontecer, e para o que queremos estar preparados e avisados, não descurando também a partilha desta informação a todos quantos se interessam, se preparam e aguardam ansiosamente a vinda do Rei, o Messias Jesus!
Falemos então das "tetrads"...


O QUE SÃO ENTÃO AS TETRADS?
Uma tetrad é a ocorrência de quatro eclipses totais consecutivos da lua (definição da NASA).


Sempre que há uma coincidência - muito rara - das chamadas"luas vermelhas"(tetrads) com o período das Festas de Israel, dão-se acontecimentos dramáticos com o povo e a nação de Israel . A História tem comprovado que essas coincidências de luas vermelhas com as festas judaicas trazem desgraça para Israel e para o povo judeu, mas consequentemente uma grande vitória. Podemos então adiantar que as tetrads são sinais indicadores para Israel? Claro que sim!


Alguns exemplos:
Desde o ano 1 d.C. são conhecidas 7 tetrads que ocorrem no início da celebração da Festa bíblica da Páscoa e da Festa dos Tabernáculos. Os anos em que ocorreram estas tetrads são:

162-163
795-796
842-843
860-861
1493-1494
1949-1950
1967-1968


AS 3 TETRADS ASSOCIADAS A CONHECIDOS EVENTOS IMPORTANTES PARA O POVO JUDEU:

1492 - tetrads - expulsão dos judeus de Espanha.

1949-50 - tetrads - Dois eclipses lunares totais, sendo o primeiro na Festa da Páscoa (13 de Abril) e o segundo no dia da Festa dos Tabernáculos (7 de Outubro de 1950) em pleno início do estado moderno de Israel e durante a Guerra da Independência, que se estendeu por um ano. Em 1950, o primeiro eclipse deu-se no dia 2 de Abril, em plena Festa da Páscoa, e o segundo ocorreu em 26 de Setembro, na Festa dos Tabernáculos.


1967 - tetrads - Primeiro eclipse deu-se no primeiro dia da Festa da Pascoa (24 de Abril) , o segundo eclipse ocorreu no primeiro dia da Festa dos Tabernáculos (18 de Outubro de 1967) após a Guerra dos Seis Dias e consequente vitória de Israel e reconquista de Jerusalém. Em 1968, o primeiro eclipse da lua deu-se no dia 13 de Abril, na Páscoa, e o segundo ocorreu a 6 de Outubro, na Festa dos Tabernáculos.


AS TETRADS DE 2014 E 2015
A grande preocupação dos pesquisadores bíblicos e não só tem a ver com a estranha coincidência de 4 tetrads em 2014 e 2015 exactamente no início das festas judaicas da Páscoa e dos Tabernáculos!
Nas palavras do reconhecido pastor John Hagee, "isto é algo para além de coincidência."


Estes próximos 4 eclipses da lua serão raríssimos, uma vez que entre os séculos 22 e 25 não se dará mais nenhum destes eventos astronómicos! Portanto,durante os próximos 500 anos não se assistirá a mais nenhum destes fenómenos...


Mas, para além dos 4 eclipses da lua coincidindo com o início das Festas judaicas, teremos também 2 eclipses totais do sol no início do ano judaico (o bíblico e o religioso)!

ECLIPSE TOTAL DO SOL EM 2014 - 20 de Março, que é o primeiro dia do antigo calendário bíblico (1º dia do mês de Abib, ou Nisan)


PRIMEIRA TETRAD DE 2014 - 1º ECLIPSE TOTAL DA LUA - 15 de Abril de 2014, que será o primeiro dia da Festa da Páscoa judaica.

SEGUNDA TETRAD DE 2014 - 2º ECLIPSE TOTAL DA LUA - 8 de Outubro, que será o primeiro dia da celebração da Festa judaica dos Tabernáculos.

PRIMEIRA TETRAD DE 2015 - 1º ECLIPSE TOTAL DA LUA - 4 de Abril, que será o primeiro dia da celebração da Páscoa judaica.

ECLIPSE TOTAL DO SOL EM 2015 - 13 de Setembro, que será o primeiro dia do novo ano judaico.

SEGUNDA TETRAD DE 2015 - 2º ECLIPSE TOTAL DA LUA - 28 de Setembro, que será o primeiro dia da celebração da Festa dos Tabernáculos.

Segundo os gráficos da agência espacial norte-americana NASA, só este eclipse total da lua é que poderá ser visto em Israel. Masserá um dos mais longos eclipses alguma vez observados.Iniciar-se-à logo depois da meia-noite do dia 28 de Setembro e durará até às 04H48 (hora de Israel).


Quatro eclipses lunares totais a ter lugar exactamente nos primeiros dias das Festas bíblicas da Páscoa e dos Tabernáculos, em dois anos seguidos, é algo de espantoso - certamente muito mais do que uma mera coincidência!
Mas se juntarmos a isso os dois dias em que irão ocorrer 2 eclipses totais do sol nos dias exactos em que se inicia o calendário judaico (20 de Março de 2014 = 1º dia do mês deNisan, 2 semanas antes da Páscoa, e em 13 de Setembro de 2015 = 1º dia do Novo Ano judaico, 1º do mês de Tishri) podemos perceber que algo poderá estar para acontecer, e que Deus mais uma vez está a revelar isso aos entendidos através de "sinais no firmamento"! "Nenhum dos ímpios entenderá, mas os sábios entenderão" (Daniel 12:10).


RECONQUISTA DE JERUSALÉM

Este fenómeno aconteceu pela última vez em 1949, ano seguinte à implantação do moderno estado de Israel, em cumprimento da profecia de Ezequiel 37, e em 1967/8, ano em que Israel reconquistou a Cidade de Jerusalém, cumprindo a profecia do Messias em Lucas 21:24!

Apesar do cepticismo de alguns "teólogos" que grassam por aí, a verdade é que o profeta Daniel, referindo-se a estes "tempos do fim", foi bem explícito: "...nenhum dos ímpios entenderá, mas os sábios entenderão." - Daniel 12:10.



ECLIPSE TOTAL DO SOL EM MARÇO DE 2014 E SETEMBRO DE 2015, COINCIDINDO TAMBÉM COM AS FESTAS NO CALENDÁRIO JUDAICO 


Não só as 4 tetradsem 2014 e 2015 causam inquietação, como também um eclipse total do sol em Março de 2015, a meio das 4 luas vermelhas deve querer indicar algo de muito significativo, especialmente para o povo de Israel


Sem querermos especular, devemos no entanto lembrar que a vinda do Messias Jesus dar-se-à após um eclipse total do sol, provocando a vermelhidão na lua.

Sendo assim, poderemos antever que estas próximastetrads anunciam algo de inicialmente mau para Israel e seu povo, seguindo-se uma retumbante vitória ? Talvez...só Deus sabe, mas atendendo ao facto de Deus ter colocado os astros no firmamento como "sinais", e pela comprovação histórica, podemos prever que algo de importante e preocupante possa vir a acontecer a Israel. E as condições escaldantes da região alimentam ainda mais esses receios...

ISRAEL: UM "SINAL" PARA AS NAÇÕES

A Bíblia afirma que Israel foi escolhido por Deus para ser uma"luz" para as nações. Luz significa revelação, orientação e entendimento. A própria existência e sobrevivência do povo de Israel é o grande"sinal" de Deus, à volta do qual gira toda a História mundial. A bênção e a maldição das nações e dos povos - e até a nível individual - tem a ver com a forma como se trata Israel e o povo judeu - Génesis 12:3.

A "coincidência" destes sinais astronómicos vistos nos céus com grandes momentos da História de Israel é revelador de que estes próximos sinais a observar em 2014 e 2015 poderão estar a anunciar aos "sábios" aquilo que está para acontecer em breve a este mundo: a vinda do Messias em poder e glória e a implantação do Seu Reino literal na Cidade santa de Jerusalém, novamente o centro do mundo!


Shalom, Israel!


sábado, 30 de novembro de 2013

Maria, "mãe" de Jesus, morreu em Éfeso? Jerusalém?


Maria, "mãe" de Jesus, morreu? Em Éfeso? Jerusalém? 


Visão externa da casa de Maria em Éfesos, Turquia. Agora servindo como capela

Por Ana Burke
Até o ano 325 d. C., ano em que aconteceu o “primeiro Concílio de Nicéia” organizado por Constantino com a participação de bispos vindos  de todos os lugares e, não existia Maria ou qualquer menção a respeito dela pelos padres. Em nenhum dos Concílios ocorridos antes de Nicéia, ou no Concílio de Nicéia se falou em Maria.

Hoje a Igreja Católica conta histórias sobre aparecimentos de Maria antes desta época, que não existiram, querendo fazer crer que existia veneração do povo à “Virgem Maria”, o que é impossível. O que existia até Constantino era a adoração exacerbada do povo pela deusa egípcia  Ísis em todos os lugares na época.

O Concílio de Nicéia foi realizado porque Constantino, que estava tentando implantar uma religião única, via em Ário, uma ameaça aos seus planos. O principal objetivo desta reunião foi então, combater e destruir Ário, cuja influência era muito grande entre todas as pessoas da época. Implantar o cristianismo foi uma idéia que surgiu da cabeça da família aristocrática romana Piso muito antes de Constantino, a mesma família que escreveu o Novo Testamento por volta do ano 100 d. C. usando para isto o próprio livro sagrado dos Hebreus.

Neste encontro, simplesmente não existia Maria. Ninguém ainda havia pensado em Maria como “virgem” ou ser divino e fazedora de milagres até esta data. Não existiu nenhuma discussão a respeito de aparicões ou visões de Maria neste concílio ou em Concílios anteriores a este.  A maior preocupacão de Constantino e dos bispos, era Ário, um padre de Alexandria que discordava dos absurdos e mentiras que se estava tentando aplicar em cima da população. Ário afirmava que o Filho era diferente do Pai em substância, o que era inaceitável para Constantino, organizador do Concílio, que tinha interesses políticos advindos das decisões que viriam, como resultado deste encontro.

Definiram neste Concílio que Jesus era Deus (até este momento não existia Espírito Santo), excomungaram e exilaram Ário e outros dois que votaram contra, assim como queimaram os seus livros. Criaram ainda o credo, acrescentando no final deste, que aqueles que discordassem do que estava escrito neste credo seriam “anatematizados, o que quer dizer, excomungados. A partir daí, todos os católicos repetem este credo como uma oracão, em que, é óbvio, foi retirado a parte da ameaca de excomunhão. Seria estranho dizer no final: “Quem não acredita nisto vai ser excomungado”.

O CREDO DE NICÉIA NA SUA TOTALIDADE, É O SEGUINTE:

Cremos em um só Deus, Pai todo poderoso, Criador de todas as coisas, visíveis e invisíveis; E em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho de Deus, gerado do Pai, unigênito, isto é, da substância do Pai, Deus de Deus, Luz da Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial do Pai, por quem todas as coisas foram feitas no céu e na terra, o qual por causa de nós homens e por causa de nossa salvação desceu, se encarnou e se fez homem, padeceu e ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus e virá para julgar os vivos e os mortos; E no Espírito Santo. Mas quantos àqueles que dizem: ‘existiu quando não era’ e ‘antes que nascesse não era’ e ‘foi feito do nada’, ou àqueles que afirmam que o Filho de Deus é uma hipóstase ou substância diferente, ou foi criado, ou é sujeito à alteração e mudança, a estes a Igreja anatematiza (excomunga). Disponível em <http://pt.wikipedia.org/wiki/Primeiro_Conc%C3%ADlio_de_Niceia> Acesso em 18/04/2013.

 Epifânio de Salamina (em latim, Epiphanius) foi um bispo da cidade de Salamina, ilha de Chipre. Ele ganhou reputação como um forte defensor da ortodoxia cristã. Epifânio morreu em, aproximadamente, em 403 d.C., e afirma que nunca, ninguém soube nada sobre a morte de Maria ou se Maria continua ou não viva até hoje. Segundo ele, as escrituras mantiveram absoluto silêncio sobre o fim de  Maria. Epifânio vivia perto da palestina e, se tivesse qualquer conhecimento sobre a morte de Maria, ou se ela subiu ao céu de corpo e alma, ele certamente saberia. Quando se lê a literatura de todos os primeiros padres do cristianismo, nenhum deles cita Maria como tendo aparecido a alguém ou que alguém teve visões com Maria.

Durante séculos, na Igreja primitiva , há um completo silêncio sobre final de Maria. A primeira menção é de Epifânio , em 377 d. C., que afirma especificamente que ninguém sabe o que realmente aconteceu com Maria. Ele morava perto da Palestina e se houvesse , de fato, sobre alguma tradição em relação a veneração de Maria pela Igreja como geralmente se acredita ele saberia. Mas ele afirma claramente que ” o seu fim , ninguém sabe . ” Estas são suas palavras:

Mas se alguém pensa estar sendo enganado, deixá-os examinar as Escrituras . Eles não encontrarão a morte de Maria , não vão descobrir se ela morreu ou não morreu, não vão descobrir se ela foi enterrada ou não foi enterrada … A escritura é absolutamente silenciosa [quanto ao final de Maria] … De minha parte , não me atrevo a falar, mas eu mantenho meus próprios pensamentos e prático o silêncio … Ela morreu , não sei … Ou a santa Virgem morreu e foi sepultada … Ou ela foi morta … Ou ela permaneceu viva… O seu fim , ninguém sabe ” (Epiphanius, Panarion, Haer. 78.10-11, 23. Cited by juniper Carol, O.F.M. ed., Mariology, Vol. II (Milwaukee: Bruce, 1957), pp. 139-40). Disponível em: < http://www.christiantruth.com/articles/assumption.html> Acesso em 18/04/2013.

            O primeiro Concílio de Éfeso foi o terceiro concílio ecumênico do início da Igreja Cristã, realizado em 431 na Igreja de Maria em Éfeso, na Ásia Menor.

            Segundo estudos não existia esta “Igreja de Maria” em Éfeso no ano de 431 d. C., e nenhuma prova de que Maria esteve ou foi viver em Éfeso ou que Éfeso foi escolhida porque o povo desta cidade teria fé em Maria. A Igreja diz que Maria foi viver em Éfeso com João Evangelista e que viveu lá até a morrer e subir aos céus de corpo e alma.

O QUE DIZ A BÍBLIA?

É verdade que João Evangelista esteve em Éfeso, mas nunca acompanhado de Maria. A Igreja deduziu que Jesus entregou Maria aos cuidados de João quando na cruz: “Ora Jesus, vendo ali sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho”. 

 João 19:26. O discípulo que Jesus mais amava aparece em várias passagens na bíblia, mas ninguém pode afirmar com certeza que este discípulo era João. Jesus, inicialmente, arrebanhou doze apóstolos para seguí-lo mas, nesta época, Ele tinha aproximadamente setenta discípulos, incluindo Maria Madalena e Salomé. João contou esta história em seu evangelho, mas não significa que o discípulo mais amado era João, ou ele teria dito isto. Ele não diria: “Jesus viu alí o seu discípulo mais amado”, e ele se identificaria como sendo ele o discípulo mais amado. 

Existem evidências de que este discípulo teria sido Tiago ou Lázaro, de Betânia, pois Jesus demonstrou claramente que amava muito a Lázaro, observe: “Mandaram-lhe, pois, suas irmãs dizer: Senhor, eis que está enfermo aquele que tu amas. Jesus pois, quando a viu chorar, e também chorando os judeus que com ela vinham, moveu-se muito em espírito, e perturbou-se. Jesus chorou. Disseram, pois, os judeus: Vede como o amava”. João 11:3-36. Eusebio, no seu livro, “História da Igreja”, nunca cita Maria como tendo estado algum dia em Éfeso com João. 

E Irineu falando de João em Éfeso no seu livro “contra heresias e fragmentos” não cita Maria acompanhando João em suas várias citacões sobre o mesmo, e diz também:  “A igreja em Éfeso, fundada por Paulo, e tendo João permanecido entre eles permanentemente até o tempo de Trajano é uma verdadeira testemunha da tradicão dos apóstolos”. Capítulo III, Pag. 1974. E mais:  “Epifânio estava preocupado em apontar que, embora a Bíblia diz que João estava saindo para a Ásia, ele NÃO diz que Maria foi com ele”. Portanto, Maria nunca esteve em Éfeso com João.

A IGREJA DE MARIA EM ÉFESO

A igreja é datada do início do século 5, coincidindo com o Concílio de Éfeso, o terceiro Concílio Ecumênico em 431, o que sugere que ela pode ter sido construída especificamente para esse Terceiro Concílio Ecumênico, durante a qual o título de Mãe de Deus para com Maria, a mãe de Jesus, foi tornado realidade. A mais recente evidência arqueológica sugere que a igreja foi construída sobre as ruínas de uma antiga basílica romana, um edifício abandonado por volta do século 3. Cerca de 500, a igreja foi ampliada em uma catedral monumental.

A igreja serviu como uma catedral e foi a sede do Bispo de Éfeso durante Antiguidade Tardia.

Sobre a Igreja de Maria em Éfeso, ela foi construída aproximadamente em 500 d.C. E não existia, como diz a Igreja, na época do Concílio de Éfeso. É interesse da Igreja Católica que o povo acredite que já existia esta Igreja na época do Concílio porque foi neste Concílio que decidiram que Maria era a mãe de Deus e quiz se passar a impressão de que o povo de Éfeso já cultuava Maria, nesta época, e que Maria era a mãe de Deus. A Igreja de Maria, como se pode ver abaixo, foi construída muito depois da data em que se realizou este concílio e este somente aconteceu em Éfeso devido à cidade estar bem localizada e ser de fácil acesso, como afirma o imperador Teodósio: “Optamos por Éfeso porque é uma cidade de fácil acesso para quem vem por terra ou por mar, e assim obter fornecimento de todos os produtos locais e importados úteis para seus habitantes”.


Temos abaixo uma confirmacão de que esta igreja não existia nesta época em Éfeso como se pode ver:

Na década de 1990 , Stefan Karweise e sua equipe de arqueólogos escavaram a Igreja de Maria com resultados surpreendentes. Ele relata :
Em uma trincheira do lado de fora do muro da igreja, tem evidências incontestáveis que provam que a igreja não foi construída já no período de Constantino , nem mesmo em 431, mas algumas décadas mais tarde .

 A evidência arqueológica de fragmentos e moedas provou sem sombra de dúvida que as paredes laterais, feitas de enormes blocos de calcário que podem ter vindo de fundamentos da Olympeion, não foram erguidas antes de cerca de 500. Uma vez que estas paredes fechadas nas laterais [...] pertencem à época em que a igreja foi fundada . A data de Constantino … deve ser rejeitada … e em vez disso,  uma data no reinado de Anastácio I [ 491-530 ] deve ser empregada . Da mesma forma, está claro que as paredes de blocos não substituem as mais velhas paredes da igreja , uma vez que não existe qualquer evidência disto.  Disponível em: < http://www.sacred-destinations.com/turkey/ephesus-church-of-the-virgin.htm > Acesso em 19/04/2013.

CRIANDO O MITO DE QUE MARIA VIVEU E MORREU EM ÉFESO

 A descricão milagrosa da morte de Maria e a sua ida para o céu de corpo e alma, surgiu no século IV havendo oito versões que afirmam que Maria morreu em Jerusalém, inclusive as versões em que mencionam João indo para Éfeso.

Existe agora uma casa, que dizem, Maria viveu e morreu na mesma, localizada em Éfeso, para onde João a levou depois da morte de Jesus. Mas, segundo consta,  João nunca levou Maria para Éfeso e nada faz crer que Jesus entregou Maria à João. Não há nenhuma evidência de que isto tenha ocorrido.


Estátua da Virgem Maria na parte exterior da casa, em Éfeso Autor: Dennis Jarvis from Halifax, Canada

            O livro “On the Dormition: Early Patristic Homilies edited by Brian Daley”, excerpt from the Euthymiac History, pag. 224, contém um relato da “dormicão” milagrosa de Maria, provavelmente século V, que coloca sua morte como tendo ocorrido em Jerusalém, como é mostrado a seguir:

“E convocando Juvenal, o arcebispo de Jerusalém, e os bispos da Palestina que estavam hospedados na capital por causa do sínodo, em seguida, foi realizada Calcedônia [Outubro, 451], que lhes disse: “Ouvimos dizer que a primeira e mais notável igreja de toda  Santa Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, é em Jerusalém, no lugar chamado Getsêmani, onde o seu corpo foi colocado em um caixão. Agora nós queremos trazer esta relíquia para cá, para proteger esta cidade real “.

            Arqueólogos examinaram o edifício identificado como a “Casa da Virgem”, e dizem que a maior parte da construcão pertencente a este edifício data do século 6 ou 7 sendo que os fundamentos podem datar do primeiro século d. C., e também não existe nenhuma evidência, qualquer que seja, literária ou arqueológica, sobre túmulo ou relíquias associadas a Maria em Éfeso.

A FRAUDE SOBRE AS VISÕES DE ANA CATARINA EMMERICH


Ana Catarina Emmerich.1885. Autor: Gabriel von Max (1840–1915)

A história da casa, que se diz que Maria viveu e morreu nela, é absurda. Atribui-se a “descoberta” desta casa a uma freira alemã, Anne Catherine Emmerich que “acordou com um estígma e teve visões sobre Maria e João viajando de Jerusalém para Éfeso. Segundo se afirma, ela descreveu todos os detalhes da casa onde Maria teria vivido e diz que a mesma morreu com 64 anos de idade, sendo sepultada numa caverna perto da casa.

Quem anotou e escreveu todas as visões de Emmerich foi um escritor de nome Clemens Brentano que incluía nos relatos cenas do Novo Testamento, da Virgem Maria e escrevia estas notas mais tarde, sozinho, em seu apartamento. Ele só concluiu a edicão dos seus registros dez anos depois da morte da vidente. Ele publicou “A Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo de acordo com as meditacões de Anne Catherine Emmerich” em 1833, deixando preparada uma outra obra a ser publicada sobre as visões intitulada como a “Vida da Virgem Maria das visões de Anna Catherine Emmerich”, mas ele morreu em 1842, sendo o livro publicado postumamente em 1852 em Munique.

Em 1923, em sua tese teológica, o padre alemão Winfried Hümpfner, que havia comparado notas originais de Brentano com os livros publicados, escreveu que Clemens Brentano tinha inventado grande parte do material que tinha atribuído à Emmerich.

Em 1928, os especialistas tinham chegado à conclusão de que apenas uma pequena porção de livros de Brentano pode ser atribuída com segurança à Emmerich.

No momento da beatificação de Anne Catherine, em 2004, […] o Pe. Peter Gumpel afirmou:  ”Não é absolutamente certo que ela escreveu isso. Há um problema sério de autenticidade”.  De acordo com Gumpel, os escritos atribuídos a Emmerich foram “absolutamente descartados” pelo Vaticano como parte de seu processo de beatificação. Disponível em: < http://en.wikipedia.org/wiki/Anne_Catherine_Emmerich > Acesso em 18/04/2013

            Apesar do Vaticano saber, com certeza, que a maioria dos escritos de Brentano sobre as visões de Emmerich eram falsas, um clérigo francês de nome Gouyet, lendo os escritos de Brentano, viajou para Éfeso com a finalidade de encontrar uma casa que estivesse de acordo com as descricões e, encontrando-a, mandou recado aos bispos de Paris e Roma sobre o seu achado.  Em 27 de Junho de 1891, dois sacerdotes e mais dois especialistas católicos foram pra Éfeso ver a casa, voltaram com o relatório, e mais padres e especialistas foram enviados ao local. Desde 1892 então, a “Casa da Virgem” vem recebendo visitantes e peregrinos.


Interior da Casa de Maria em Éfeso. Author: Dennis Jarvis from Halifax, Canada

            A Santa Sé diz que não tem ainda uma posicão oficial sobre a autenticidade do local, MAS…MAS, em 1896 ela foi visitada pelo Papa leão XIII, em 1951 o Papa Pio XII declarou a casa um lugar santo. Depois ela foi visitada pelo Papa João Paulo VI em 1967, o Papa João Paulo II em 1979, e Bento XVI, em 2006 que, ao visitar a casa, tratou-a como um santuário.
Muro dos Pedidos

Parede dos desejos, considerado por alguns peregrinos como sendo milagroso. Autor: José Luiz, São Paulo – Brasil
         

Buraco da fechadura, em forma de piscina batismal. Fazem os crentes acreditarem que São João e Maria utilizavam este buraco para batizar e converter os seus seguidores ao cristianismo.
 O que significam todas estas visitas dos Papas a esta casa? É o mesmo que dizer para o povo: “A igreja aprova” e, “se o Papa esteve lá, é porque a casa era mesmo a casa de Maria”, “a casa é santa”. E o povo está indo, acreditam e enchem o muro com pedacos de papel em que fazem pedidos, bebem e carregam com eles a “água santa” e recebem milagres. E como a Igreja afirma que Maria é imaculada, sem pecado original e não morreu, ela deve estar viva andando por aí e rindo muito deste povo bobo.

ONDE MORREU MARIA, EXATAMENTE?

Da mesma forma como existe em Éfeso um túmulo de Maria, existe também um túmulo de Maria no Vale do Kidron, ao pé do Monte das Oliveiras, em Jerusalém e considerado por cristãos orientais como sendo o local do sepultamento de Maria, mãe de Jesus.  

Fachada do Túmulo de Maria – século XII
Author: Deror avi

Vista externa do túmulo de Maria em Jerusalém
Autor: Md iet (talk). Original uploader was Md iet at en.wikipedia

Interior do túmulo de Maria em Jerusalém
Interior do Sarcófago da Virgem Maria, na Igreja de Maria, Monte das Oliveiras, em Jerusalém


Através de leis da física e da filosofia, pesquisador polonês mostra que deus existe e ganha um dos mais cobiçados prêmios

O cientista de Deus

Através de leis da física e da filosofia, pesquisador polonês mostra que deus existe e ganha um dos mais cobiçados prêmios

Representação do Big Bang, explosão cósmica que teria originado o universo
http://www.terra.com.br/istoe-temp/edicoes/2003/imagens/cientistadedeus_44.jpg
A Criação de Adão, Michelangelo (detalhe), século XVI
Como um seminarista adolescente que se sente culpado quando sua mente se divide, por exemplo, entre o chamamento para o prazer da carne e a vocação para o prazer do espírito, o polonês Michael Keller se amargurava quando tentava responder à questão da origem do universo através de um ou de outro ramo de seu conhecimento – ou seja, sentia culpa.

Ocorre, porém, que Keller não é um menino, mas sim um dos mais conceituados cientistas no campo da cosmologia e, igualmente, um dos mais renomados teólogos de seu país. Entre o pragmatismo científico e a devoção pela religião, ele decidiu fixar esses seus dois olhares sobre a questão da origem de todas as coisas: pôs a ciência a serviço de Deus e Deus a serviço da ciência. Desse no que desse, ele fez isso.

O resultado intelectual é que ele se tornou o pioneiro na formulação de uma nova teoria que começa a ganhar corpo em toda a Europa: a “Teologia da Ciência”. O resultado material é que na semana passada Keller recebeu um dos maiores prêmios em dinheiro já dados em Nova York pela Fundação Templeton, instituição que reúne pesquisadores de todo o mundo: US$ 1,6 milhão.
O que é a “Teologia da Ciência”? Em poucas palavras, ela se define assim: a ciência encontrou Deus. E a isso Keller chegou, fazendo- se aqui uma comparação com a medicina, valendo-se do que se chama diagnóstico por exclusão: quando uma doença não preenche os requisitos para as mais diversas enfermidades já conhecidas, não é por isso que ela deixa de ser uma doença.

De volta agora à questão da formação do universo, há perguntas que a ciência não responde, mas o universo está aqui e nós, nele. Nesse “buraco negro” entra Deus. Segundo Keller, apesar dos nítidos avanços no campo da pesquisa sobre a existência humana, continua-se sem saber o principal: quem seria o responsável pela criação do cosmo?

Com repercussão no mundo inteiro, o seu estudo e sua coragem em dizer que Deus rege a ciência naquilo que a ciência ainda tateia abrem novos campos de pesquisa. “Por que as leis na natureza são dessa forma? Keller incentivou esse tipo de discussão”, disse a ISTOÉ Eduardo Rodrigues da Cruz, físico e professor de teologia da PUC de São Paulo.
GÊNIO
Michael Keller ganhou US$ 1,6 milhão com a tese
Keller montou a sua metodologia a partir do chamado “Deus dos cientistas”: o big bang, a grande explosão de um átomo primordial que teria originado tudo aquilo que compõe o universo. “Em todo processo físico há uma seqüência de estados.

Um estado precedente é uma causa para outro estado que é seu efeito. E há sempre uma lei física que descreva esse processo”, diz ele. E, em seguida, fustiga de novo o pensamento: “Mas o que existia antes desse átomo primordial?” Essas questões, sem respostas pela física, encontram um ponto final na religião – ou seja, encontram Deus.

Valendo-se também das ferramentas da física quântica (que estuda, entre outros pontos, a formação de cadeias de átomos) e inspirando-se em questões levantadas no século XVII pelo filósofo Gottfried Wilhelm Leibniz, o cosmólogo Keller mergulha na metáfora desse pensador: imagine, por exemplo, um livro de geometria perpetuamente reproduzido.

Embora a ciência possa explicar que uma cópia do livro se originou de outra, ela não chega à existência completa, à razão de existir daquele livro ou à razão de ele ter sido escrito. Keller “apazigua” o filósofo: “A ciência nos dá o conhecimento do mundo e a religião nos dá o significado”.

Com o prêmio que recebeu, ele anunciou a criação de um instituto de pesquisas. E já escolheu o nome: Centro Copérnico, em homenagem ao filósofo polonês que, sem abrir mão da religião, provou que o Sol é o centro do sistema solar. 
A CAMINHO DO CÉU
Michael Keller usou algumas ferramentas fundamentais para ganhar o tão cobiçado prêmio científico da Fundação Templeton. Tendo como base principal a Teoria da Relatividade, de Albert Einstein, ele mergulhou nos mistérios das condições cósmicas, como a ausência de gravidade que interfere nas leis da física.

Como explicar a massa negra que envolve o universo e faz nossos astronautas flutuarem? Como explicar a formação de algo que está além da compreensão do homem? Jogando com essas questões, que abrem lacunas na ciência, Keller afirma a possibilidade de encontrarmos Deus nos conceitos da física quântica, onde se estuda a relação dos átomos.

Dependendo do pólo de atração, um determinado átomo pode atrair outro e, assim, Deus e ciência também se atraem. “E, se a ciência tem a capacidade de atrair algo, esse algo inexoravelmente existe”, diz Keller.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

O mito do homossexualismo na Grécia Antiga Desconstrução da normalidade homossexual na Grécia

O mito do homossexualismo na Grécia Antiga 

Este vídeo destrói toda a argumentação dos gays que diz que a Grécia antiga era um paraíso dos homossexuais. Mostra as leis que proibiam que homossexuais tivessem qualquer participação na vida pública ou religiosa, que podiam ser condenados à morte por violar tais proibições, e palavras de grandes filósofos gregos como Platão contra tais práticas contrárias à natureza.

A tolerância ao homossexualismo na Grécia Antiga é um mito inventado por gays degenerados como Foucault e outros para associar suas práticas pervertidas a esta grande civilização.


O propósito desse vídeo é fazer uma análise histórica da questão para descobrir que opinião os Gregos antigos tinham a respeito da homossexualidade.

A homossexualidade existiu e irá continuar a existir – e tem sido praticada em todas as sociedades, em todos os tempos. Mas na Grécia antiga, a homossexualidade nunca foi aceita e esse fato pode ser facilmente comprovado através do estudo de fontes antigas.

Fontes que são postas de lado ou intencionalmente ignoradas por aqueles que desejam associar a Grécia Clássica com certos fenômenos da vida moderna. Ignoradas por pessoas vulgares que querem poluir nossa História e Heróis com seu veneno malicioso, quando a Grécia possuiu as leis mais rígidas a respeito da homossexualidade. Leis que eram o exato oposto das presentes leis aplicadas a nosso tempo, sendo nós os que concebemos e desprezamos a noção de virtude, abstinência, amor casto e moralidade.

Desmontando o Mito da Homossexua lidade na Grécia Antiga

Primeiramente, vale mencionar que, apenas por uma estranha coincidência, todos aqueles (autores ou cientistas) que tentaram fazer alguma conexão entre homos e o Helenismo, foram/são homossexuais eles próprios.

Que coincidência! (?)

“Especialistas” de sexualidade Helênica, como: Walter Pater, Michel Foucalt, John Boswell, John Winkler e David Halperin, eram/são todos homossexuais que obviamente viveram suas fantasias sexuais às custas de nossos antepassados e história.

A razão, é claro, é simples. Os Helênicos sempre foram vistos como modelo de civilização. Então o que seria melhor para justificar suas “naturezas doentes” do que ligarem estas à grandeza da civilização Helênica e, ao faze-lo, legitimar o sexo entre iguais?

Na língua grega antiga as palavras “Homo/Heterossexual” não existiam. Eles usavam o termo “Kinaidos” para descrever “homossexuais” e suas preferências.

Kinaidos = Causador de vergonha
Kineo = mover
Aidos = vergonha

Que literalmente significa:“Aquele que traz a maldição de Aidos (uma deusa que punia transgressores morais e era companheira da deus Nemesis)

As Leis

Aeschines“Kata Timarchou”, 21

Se qualquer Ateniense tiver um “Etairese” (companheiro de mesmo sexo) a ele não será permitido:

1) tornar-se um dos nove arcontes;
2) nem desempenar o ofício de sacerdote;
3) nem agir como advogado para o estado;
4) nem deve manter qualquer tipo sequer de ofício, no lar ou fora, quer seja desempenhado por sorte ou eleição: ele não deve ser enviado como mensageiro;
5) ele não tomará parte em debate, nem estará presente em sacrifícios públicos;
6) e nem poderá entrar nos limites de um lugar que tenha sido purificado para a reunião de pessoas. Se qualquer homem for acusado de atividades sexuais ilegais contrárias a essas proibições, ele deverá ser morto.

Demóstenes“Kata Androtionos”(Parágrafo 30)

“... nem deve ter o direito de falar, nem de trazer uma queixa perante a corte.”

Conclusão:

As leis os privavam do direito de fazer parte de quaisquer atividades sociais, políticas e hieráticas (nota: relativa a coisas sagradas). Eles se tornavam cidadão de classe baixa (Metoikos).

Em nenhum tempo ou lugar isso foi considerado um comportamento normal, ou foi permitido àqueles envolvidos nisso permanecer sem punição.

Além do mais, se alguém hoje em dia tentar estabelecer leis similares, será, no mínimo, caracterizado como fascista.

Atenas tinha as leis mais estritas quanto à homossexualidade do que qualquer democracia que já tenha existido. Na Esparta não-democrata, bem como na Creta democrata e no resto da Hélade, houve proibições e punições similares.

Intelectuais

Platão, em suas Leis, afirma categoricamente que:

“... o homem não tocará outro homem para este propósito, já que isso é não-natural...”

E outra vez, no mesmo trabalho, nos diz que:

“quando o homem se une à mulher para procriação, o prazer experimentado se deve à natureza (kata physin), mas é contrário à natureza (para physin) quando o homem se une ao homem, ou a mulher à mulher, e aqueles culpados de tais perversidades são impelidos por sua escravidão ao prazer, tanto que ninguém deve se aventurar a tocar qualquer um dos nobres ou cidadãos livres salvo sua própria esposa casada, nem semear qualquer semente profana e bastarda na fornicação, ou qualquer semente não-natural e estéril na sodomia – ou então nós deveremos inteiramente abolir o amor por homens”.

Platão fala sobre como os homossexuais devem se preocupar em serem descobertos:

“... vocês têm medo da opinião pública, e temem que as pessoas descubram seus casos amorosos e vocês sejam desgraçados”(Fedro, 231 e.)

O mito de Esopo

“Quando Zeus criou os humanos e as outras características de suas almas, ele as colocou em todas as partes do ser humano. Porém, ele deixou a VERGONHA de fora. Já que não sabia onde colocá-la, ele ordenou que ela (a vergonha) fosse inserida no ânus.

A vergonha, porém, reclamou disso e ficou muito irritada. E enquanto estava profusamente reclamando, a vergonha disse: Eu vou concordar em ser inserida dessa forma, e se qualquer coisa for inserida depois de mim, eu sairei.

Deste dia em diante, que todas as pessoas que sejam sexualmente inclinadas a esse método seja sejam então VERGONHOSAS!

Fábulas do Esopo

Zeus e Aeschyne (Termo grego para “vergonha”)

Teatro

Uma visita ao Teatro era uma atividade comum na Grécia antiga. Desta maneira, através dos poetas comediantes, podemos visualizar a sociedade daquele tempo, já que eles também estavam expressando as opiniões das pessoas comuns.

Alguns frequentemente usavam paravras para descrever homossexuais, e nas performances das comédias eram “Euryproktos” (bunda aberta). Aristófanos os chamava de “Lakkoproktos” (bunda de poço). Eupolis os caracterizava como “Andróginos”, etc.

Se a homossexualidade fosse um fenômeno amplamente generalizado, isso significaria que os poetas e atores estariam sistematicamente chamando sua audiência de burra e a ofendendo.

Pintura de vasos

A pintura de vasos gregos tem sido uma das fontes preferidas dos distorcedores da cultura e civilização Grega. De dezenas de toneladas de vasos desenterrados até o momento (a contagem só para a província da Ática é de 80.000) apenas 30 têm uma temática abertamente homossexual; representando, em outras palavras, apenas .01% do total (127). É importante notar que desses poucos vasos, o comportamento homossexual direto era realizado apenas por Sátiros.

Os Sátiros eram criaturas conhecidas por sua personalidade degenerada. Desta forma, a homossexualidade era considerada altamente negativa e era oficialmente desprezada e rejeitada.

O resto dos vasos estão representando apenas indicações de práticas homossexuais, porque seus pintores tinham medo de ultrajes públicos e as subseqüentes conseqüências.

Como pode um número tão pequeno de apenas 0,1% levar a tais conclusões? Como eles ousam julgar uma cultura inteira com base em apenas um pequeno número de vasos? Quão lógico seria se nós fossemos julgamos apenas por filmes como “Brokeback Mountain”?

Mitologia

A mitologia Grega não lida apenas com Teologia, Teurgia, Heróis e Mortais. O amor também sempre foi uma questão forte em nossa Mitologia. E quando alguém olha para a enormidade da literatura, poesia e arte Grega, por exemplo, qualquer um vê que, no que diz respeito a atração erótica, esta sempre se dá entre Homem e Mulher. O mesmo padrão permanece verdadeiro para a arte Grega do período Minuano, Micênico, Arcaico, Clássico até o Helenístico. Tudo isso é uma grande quantia de tempo, e a esmagadora maioria das esculturas, estatuetas, pinturas de parede, mosaicos e pinturas em vasos (algo como 99%) mostram homens e mulheres quando o assunto é amor erótico. Por exemplo, vamos nos lembrar de casais como:

Odisseu e Penélope
Hércules e Djanira
Peleus e Tétis
Teseu e Ariadne
Ares e Afrodite
Perseu e Andrômeda
Zeus e Hera,Etc.

Zeus, o deus supremo e governante do Olimpo, tinha incontáveis casos amorosos com deusas e mortais. Seu comportamente pode ser melhor descrito como másculo e heterossexual ao extremo.

A Mitologia Grega não contém elementos homossexuais. O único mito com referência à homossexualidade era o mito de Laios. Um mito didático, que iguala a homossexualidade à maior tragédia e maldição da vida humana.

O mito é sobre Crísipo, que foi estuprado por Laio e então se suicidou devido à vergonha. Hera mandou a Esfinge a Tebas como punição. Outra punição por esse ato foi a morte de Laio pelas mãos de seu filho Édipo.

A questão levantada por esse mito é: Por que Crísipo se mataria se o amar um homem fosse uma prática aceitável? Por que Hera mandaria a Esfinge à cidade de Laio, Tebas, como punição pelo que seu rei fez se o que ele fez não fosse considerado uma abominação? Uma abominação que foi também a causa principal da maldição da casa de Épido que se abateria por uma família inteira de um modo trágico no futuro.

Todas boas questões, que levam a uma única conclusão: Apesar de tais práticas ocorrerem, elas eram abominadas e severamente punidas pelos Gregos quando descobertas.

E realmente surpreendente o quantia de esforços que os distorcedores da História investem para perverter fatos históricos. Sua mania em degradar e diminuir nossa História chegou ao ponto de quase toda pessoa mítica ou histórica se tornar um... homossexual.

Homossexualidade feminina

Ambos os termos “Homo/Heterossexual”, incluindo o lesbianismo foram cunhados após o fiasco da teoria de Walter Pater. Sim, o mesmo Walter Pater homossexual mencionado anteriormente.
Walter é também o responsável por outra “teoria” totalmente nova, na qual o amor Platônico não tinha nada a ver com a “psiquê” mas era totalmente baseado em atração física.

Então, a história do termo “lesbianismo” não é muito diferente. Conectada à grande poetisa Safo, esse “círculo” específico conseguiu dar o significado de homossexualidade a “Sáfico” que era originalmente usado para descrever a forma e estilo de poesia apresentada por ela e copiada por muitos poetas Helênicos e Romanos posteriormente.

Mas porque a ilha de Lesbos?

A resposta está em Safo e nas insustentáveis teorias homossexuais ligadas a ela. Safo viveu no século 7 a.C. e era a maior poetisa do mundo antigo. Ela abriu em esbos uma escola para mulheres jovens, a quem ela ensinava poesia e a música. Há mais do que o suficiente em textos que fornecem informações sobre sua vida.

Temos Ovídio, Atenaios e Suídas, entre outros, falando abertamente do grande amor dela por Faon. Sabemos que de fato ela era mãe e esposa e escreveu as “epithalamia”, “canções de matrimônio” que falam não de casos com lésbicas, mas da beleza de jovens garotas que iriam se tornar esposas e mães elas mesmas.

E como essa grande poetisa morreu?

Ela caiu de um despenhadeiro em Leukada, devido a seu grande amor, Faon, tê-la deixado. Sim, você leu corretamente, a “maior lésbica” do mundo suicidou-se pelo amor de um homem.
“Eles queriam apresentar a Grécia Antiga como um paraíso de pervertidos [...] O vocabulário da linguagem Grega e a legislação da maioria das cidades-estado confirmam que a depravação sempre foi considerada anormal.

H. I. Marou.


Destruindo o mito da Grécia homossexual. Este vídeo foi produzido por gregos


sábado, 12 de outubro de 2013

Razões porque devemos congregar


"Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima."
 (Hb 10:25) 

É muito comum ouvirmos das pessoas que frequentam a igreja regularmente, o conselho exortativo aos que estão afastados ou se afastando da igreja a frase: “Irmão você precisa congregar”!

Alguns acrescentam, que não congregam, porque não é preciso e  vão esfriando aos poucos na fé e acabam saindo da Igreja, se tornando "teóricos" do Evangelho


Dentro do ministério de Moody, conta-se o episódio em que, em certa ocasião, ele visitou um homem, no seu lar, encorajando-o a aceitar a Cristo e fazer de Jesus o ponto central de sua vida.

O homem argumentou que poderia ser tão bom crente dentro como fora da igreja (casa de Deus) Moody não deu resposta, mas deu um passo na direção da lareira; e, tendo removido uma brasa viva do meio do fogo, deixou-a de lado, sozinha. 

Dentro de pouco tempo a brasa perdera seu brilho e seu calor, e finalmente, se apagou de todo. Os dois homens contemplaram a cena em silêncio. Finalmente, o homem simplesmente exclamou: Percebo! Foi uma grande lição objetiva, que fez a impressão necessária. 

O contexto de Hebreus 10. 25 - O autor combatia os crentes desviados por causa da indiferença da causa do Mestre.

Crentes que não frequentavam os cultos de adoração. O escritor temia que essas pessoas estivessem desviadas na volta de Cristo (algo iminente para ele). Daí se compreende a exortação incisiva. Negligenciar as reuniões é o primeiro passo visível na direção do abandono da igreja.

É possível que alguns dos cristãos primitivos tenham se afastados de suas congregações locais devido à perseguição, ou porque a igreja era pequena e desprezada, e que a associação com ela trouxesse má reputação, como algo prejudicial ao orgulho e à imagem pública. Além disso, a moral cristã era severíssima, e sem dúvida alguns se cansavam de suas exigências.

Alguns membros se consideravam tão bons (Para não dizer, tão santos) que não precisavam reunir-se com os outros nos dias de reunião comum. 

Este versículo bíblico exorta diretamente à negligência nos cultos da igreja; não indica a negligência acerca da própria “igreja” (sob o termo “congregação”), como se alguém frequentasse aos cultos, mas, na realidade, negligenciasse a igreja, sem fazer qualquer serviço, sem lhes prestar qualquer ajuda. 

E não está em foco, por igual modo, o abandono da igreja somente em períodos aflitivos. Ambas essas coisas aconteciam e podem acontecer; ambas as coisas são males, mas não são especificamente referidas aqui. Eu compreendo que este texto condena vigorosamente à falta de frequência a casa de Deus sob quaisquer circunstancias. 

Congregar é vital, essencial, fundamental! Nós precisamos congregar! Meus irmãos; não congreguemos somente por amor  ao dever, por que somos religiosos, por causa dos nossos filhos, por causa dos nossos pais. Nós cremos que, quando  frequentamos a casa de Deus, estamos obedecendo a sua palavra, somos abençoados, abrigados, ensinados, consolados, 
seguimos o exemplo de Cristo e dos Apóstolos. 

Nos cultos compartilhamos nossa fé, fortalecemo-nos uns ao outros no Senhor.
Estamos vivendo tempos difíceis  enfrentamos muitas lutas espirituais, mas as dificuldades jamais devem se tornar desculpas para perdermos os cultos na igreja. Na dificuldade devemos fazer um esforço ainda maior para sermos fiéis e estarmos presentes nas reuniões da igreja. 

Devemos congregar porque queremos obedecer o mandamento Divino 

Dt. 12. 5. Mas o lugar que o SENHOR vosso Deus escolher de todas as vossas tribos, para ali pôr o seu nome, buscareis, para sua habitação, e ali vireis. 

Devemos congregar porque queremos receber as bençãos pronunciadas 

Sl 84:4  Bem-aventurados os que habitam em tua casa; louvar-te-ão continuamente. 
Como são felizes as pessoas que freqüentemente estão em tua casa, louvando o teu nome para sempre! O salmista diz mais: “Senhor, eu amo a tua casa, é o lugar onde se manifesta a Tua presença gloriosa”.

Passar um dia no teu templo vale mais que viver mil dias em qualquer outro lugar. Prefiro ficar humildemente à entrada da Casa do meu Deus a viver em ricas casas, onde existe pecado e maldade. 

Devemos congregar porque a casa do Senhor é Refúgio em tempos de dificuldades 

Is 37:1 Quando o rei Ezequias ouviu isto, rasgou as suas vestes, cobriu-se com pano de saco, e entrou na casa do Senhor. 

Cobriu-se de pano de saco, em sinal de tristeza e sofrimento, e foi ao Templo para orar.
Senaqueribe rei da Assíria ameaça, afrontar Ezequias Rei de Jerusalém. Diante da ameaça, da afronta, da dificuldade, Ezequias se refugiou no Templo. Vamos ler dos versículos 14 ao 20. Leiamos dos v, 33 ate o 38.

O Senhor nosso Deus é o nosso Sol e o nosso Protetor. Ele nos dá a sua graça e a sua glória, e nunca deixa faltar coisa alguma a quem anda nos seus retos caminhos. Ó Senhor do Universo, felizes mesmo são as pessoas que confiam em Ti!
(SL 84:11-12). 

Devemos congregar porque a casa do Senhor é Lugar de instrução 

Mq 4:2 Irão muitas nações e dirão: Vinde, subamos ao monte do Senhor, e à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos, e andemos nas suas veredas. De Sião sairá à lei, e a palavra do senhor de Jerusalém. 

Devemos congregar porque a casa do Senhor é lugar de Consolo na velhice 

Lc 2:36 Estava ali a profetisa Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Esta era avançada em idade e tinha vivido com o marido sete anos, desde que se casara. 

Lc 2:37 Era viúva  de quase oitenta e quatro anos e não se afastava do templo, servindo ao Senhor em jejuns e orações, de noite e de dia.
Deus consola seus filhos. O testemunho desta mulher idosa é extraordinário.

Devemos congregar porque queremos seguir o exemplo de Cristo 

Lc 4:16 Chegando a Nazaré, onde fora criado, entrou, num dia de sábado, na sinagoga, segundo o seu costume, e levantou-se para ler. 

Devemos congregar porque queremos seguir o exemplo dos apóstolos 

Lc 24:52 Então eles o adoraram e voltaram com grande júbilo para Jerusalém.
Lc 24:53 E estavam sempre no templo, louvando e bendizendo a Deus. 

Finalmente irmãos: 

Devemos congregar regularmente! 

O dia da volta de Cristo para buscar os seus fieis esta se 
aproximando. Até chegar esse dia, enfrentaremos muitas provações espirituais e muitas falsificações da doutrina. Devemos congregar regularmente para nos encorajarmos mutuamente e nos firmarmos cada vez mais na fé em Cristo.


terça-feira, 8 de outubro de 2013

Evolução X Criação - Cai por terra a tese da evolução darwiniana


Evolução X Criação


A produção de um vídeo pelo ministério Livingwaters/EUA sobre a evolução darwiniana e o criacionismo foi publicada no You Tube e em poucos dias obteve milhares de visitas e comentário sobre o tema tão polemizado. Confira o vídeo abaixo e deixe seu comentário.
O vídeo/entrevista de 36 minutos produzido pela Ray Comfort postado no You Tube que expõe a evolução darwiniana como não tendo fundamento científico explodiu no Internet, com milhares de visitas em apenas alguns dias nos EUA. A grande quantidade de visitas, também gerou uma discussão através dos comentários sobre o tema.

Há mais de 20 mil comentários, na sua maioria de ateus que não gostaram da publicação do vídeo “Evolução vs. Deus” e defendem insistentemente a teoria da evolução.

Ray Comfort com uma câmera entrevistou os cientistas evolucionistas na USC e UCLA e pediu  para mostrarem “evidências visíveis e testáveis” (métodos científicos) para a evolução darwiniana. Todos os entrevistados inclusive os “especialistas” no assunto não deram nenhuma evidência para a teoria.

Alguns comentário postados no You Tube sobre a pesquisa do Ray Comfort:

-Janet Parshall da Radio Nacional Talk Show disse no comentário que “Ray Confort produziu um filme fabuloso”

-” Oh menino, isso vai fazer com que os corredores da academia ter algumas conversas em torno da cafeteria. “

- Um crítico disse: “Absolutamente devastador!”

-” Se fosse uma luta de boxe, o juiz teria parado suas entrevistas com todas as pessoas, incluindo os professores.

-”Se não há Deus, então não há nenhuma moralidade absoluta, e isso significa que não há o Dia do Julgamento e, definitivamente, não existe o inferno.”

-”Isso ocorre porque a convicção de que Darwin estava certo lhes dá uma porta aberta para a prostituição sem culpa, pornografia, homossexualidade, adultério, blasfêmia e qualquer que seja o seu coração deseja.”

-”É uma notícia inacreditavelmente interessante para os jovens que estão com seus hormônios em fúria, o vídeo “Evolução vs. Deus” não é apenas um cobertura úmida, mas é uma onda gigantesca, pois em seus primeiros 16 minutos, ele derruba completamente a evolução.”

Deixe seu comentário também após assistir o vídeo “Evolução vs. Deus”! OBS: Para fazer o download: inicie o vídeo, clique em share e depois em download vídeo! (Grave num CD e dê para seu professor de Biologia…. rsrsrs….)




Abaixo você encontra um vídeo do Adauto Lourenço demonstrando que as evidências arqueológicas através dos Fósséis apontam mais para o Criacionismo do que para a Teoria da Evolução! Confira: