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domingo, 16 de dezembro de 2012

Sobre "JESUS PLÁGIO DE HÓRUS E CIA"



Sobre "JESUS PLÁGIO DE HÓRUS E CIA"

Aí está como pediram...ESPALHEM PESSOAL!

Pra começar, estudioso e historiador, Forbes declara que isto é uma bobagem total (como todo egiptólogo que já conversei também declarou): http://www.youtube.com










Refutações completas a esta bobagem, estes daqui são BEM completos:

http://lucasbanzoli.no.comunidades.net/index.php?pagina=1078350658

http://www.dc.golgota.org/estudos/plagio.html
e

http://www.e-cristianismo.com.br/pt/textos/125

Jesus um Plágio? Respostas ao Ateísmo.

http://www.respostasaoateismo.com/2011/10/jesus-um-plagio-parte-1.html

http://www.respostasaoateismo.com/2011/10/jesus-um-plagio-parte-2.html


Postagem da Logos:

Onde estão as fontes dos crédulos úteis que postam esta asneira?

http://www.facebook.com/photo.php?fbid=3743635986053&set=a.3694862686751.138066.1130845501&type=3&theater

http://www.facebook.com/photo.php?fbid=3530806505449&set=a.3470581599864.132575.1130845501&type=3&src=http%3A%2F%2Fsphotos-a.ak.fbcdn.net%2Fhphotos-ak-ash4%2F482059_3530806505449_850501269_n.jpg&size=960%2C807

http://www.facebook.com/photo.php?fbid=3495160294316&set=a.3470581599864.132575.1130845501&type=3&src=http%3A%2F%2Fsphotos-c.ak.fbcdn.net%2Fhphotos-ak-snc6%2F166030_3495160294316_185097442_n.jpg&size=960%2C522

A respeito da existência de Jesus:

http://www.facebook.com/photo.php?fbid=3743105132782&set=a.3596089657487.135355.1130845501&type=3&theater

http://lucasbanzoli.no.comunidades.net/index.php?pagina=1078325968

Craig: http://www.reasonablefaith.org/is-there-historical-evidence-for-the-resurrection-of-jesus-the-craig-ehrman

AGORA, a esmagadora maioria dos historiadores, não-apologistas e ateus, defendem a existência de Jesus. Este cara aqui vive sendo citado por ateus de internet, e É AGNÓSTICO ,mas olhe o que ele fala:

http://www.facebook.com/photo.php?fbid=3538419335765&set=a.3187487562690.127278.1130845501&type=3

http://www.facebook.com/photo.php?fbid=3550437156203&set=a.3187487562690.127278.1130845501&type=3

Burridge and Gould (2004): "Há aqueles que argumentam que Jesus é uma invenção da imaginação da Igreja, que nunca houve um Jesus. Eu tenho que dizer que eu não conheço NENHUM estudioso respeitável crítico que diz mais isso."

http://www.amazon.com/Jesus-Now-Then-Richard-Burridge/dp/0802809774

Pessoal, não deem trela a esses apedeutas e amadores de Facebook que Jesus nunca existiu. Só são motivados por preconcepções e desinformações há muito já desacreditadas e decadentes academicamente. A existência de Jesus é posta sem a mínima dúvida pelos historiadores.[

C. A. Evans in Evans and Wright (2009): "Nenhum historiador sério religioso ou não duvida que Jesus de Nazaré realmente viveu no primeiro século e foi executado sob a autoridade de Pôncio Pilatos, governador da Judéia e Samaria".

"Não existe nenhum documento do mundo antigo testemunhado por tão excelente conjunto de depoimentos textuais e históricos e oferece uma série tão soberba de dados históricos em que a decisão inteligente pode ser feita. Uma [pessoa] honesta não pode dispensar uma fonte deste tipo. O ceticismo em relação às credenciais históricas do cristianismo baseia-se um viés irracional". - Dr. Clark Pinnock, "Os céticos que demandam um veredicto", Josh McDowell, p. 84

Howard Marshall (Professor emérito de Exegése do Novo Testamento na Universidade de Aberdeen, com 20 obras publicadas relativamente a temas relacionados com a historicidade dos livros de Lucas, Actos dos apóstolos e outros)
Em 1977, no seu livro “I Believe in the Historical Jesus“, Marshall diz o seguinte a respeito deste tema:
“O historiador não vai levar muito a sério a sua afirmação, uma vez que não oferece evidência daquilo que diz e a mera asserção não se aguenta perante inquirição histórica. Mas o que existe é mais do que uma mera asserção porque, nestes últimos anos, tem sido conduzida por GA Wells uma tentativa de mostrar que Jesus nunca existiu, um professor de alemão que se aventurou no estudo do Novo Testamento e propôs a tese de que as origens do Cristianismo podem ser explicadas sem assumir que Jesus realmente existiu. Tentativas anteriores de visões semelhantes falharam em causar alguma impressão na opinião académica e certamente esta última tentativa não será diferente“.
Como estava certo o professor Marshall.
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Michael Grant (Um dos maiores historiadores da Roma Antiga, com mais de 50 obras históricas publicadas ao longo da sua vida. Falecido em 2004)
Para quem não conhece Michael Grant, vamos deixar o Times Online apresentá-lo: “Michael Grant foi um dos poucos historiadores que ganharam o respeito dos académicos e um grande índice de leitura por parte do público. Imensamente prolífico, escreveu e editou mais de 50 livros que cobriram tópicos desde a moeda romana e a erupção do vulcão Vesúvio aos Evangelhos e Cristo.“
Eis o que diz um dos maiores estudiosos de Roma nos tempos de Cristo, no seu livro “Jesus: An Historian’s Review of the Gospels” [meu destacado]:
“Esta maneira céptica de pensar atingiu o seu culminar no argumento de que Jesus nunca existiu como um ser humano e que é apenas um mito. No entanto, se aplicarmos ao Novo Testamento o mesmo tipo de critérios que aplicamos a outros escritos antigos que contêm afirmações históricas, não podemos rejeitar a existência de Jesus mais do que podemos rejeitar a existência de um grande número de personagens pagãs cuja realidade como figura histórica nunca é questionada.
Certamente que existem algumas discrepâncias entre um evangelho e outro mas não podemos negar que um evento realmente aconteceu apenas porque alguns historiadores pagãos, como Lívio e Políbio, descreveram o relato utilizando termos diferentes. Resumindo, os métodos modernos de crítica falham em suportar a teoria do “Mito de Cristo”. Ele foi constantemente respondido e aniquilado por académicos de primeira categoria. Nos últimos anos, nenhum historiador sério se atreveu a postular a não historicidade de Jesus e os seus proponentes não conseguiram descartar a extremamente forte, e aliás muito abundante, evidência do contrário.“
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Will Durant (Um dos maiores escritores populares de Filosofia e História. Vencedor de um Prémio Pulitzer, em 1968)
Em Caesar and Christ (o terceiro volume da sua famosa obra “Story of Civilisation“), Durant rejeita fortemente a ideia do “Mito de Cristo” [meu destacado]:
“A Alta Crítica tem aplicado ao Novo Testamento testes de autenticidade tão severos que, através deles, uma centena de preciosidades antigas, como por exemplo Hamurabi, Davi e Sócrates passariam a lendas. Apesar dos preconceitos teológicos dos evangelistas, eles registam muitos acontecimentos que meros inventores teriam escondido: a sua fuga após a prisão de Jesus, a negação de Pedro, o facto de Cristo não ter realizado milagres na Galiléia, a atribuição de possível insanidade a alguns auditores, a incerteza inicial da sua missão, as suas confissões de ignorância em relação ao futuro, os seus momentos de amargura, o seu choro amargo na cruz.
Ninguém ao ler estas cenas pode duvidar da figura por detrás deles. Pensar que uns simples homens conseguiram, numa geração, inventar uma personalidade tão poderosa e apelativa, tão ética e tão inspiradora, seria um milagre mais incrível do que aqueles registados nos Evangelhos. Após dois séculos de Alta Crítica, a vida, carácter e ensinos de Cristo continuam razoavelmente claros e constituem a característica mais fascinante da História do homem ocidental.“
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Rudolf Bultmann
Mesmo o famoso teólogo liberal Rudolf Bultmann, que questionou a autenticidade histórica de alguns evangelhos, rejeita a ideia do “Mito de Cristo”, em Jesus and the Word [meu destacado]:
“É claro que a dúvida se Jesus realmente terá existido ou não é infundada e não merecedora de refutação. Nenhuma pessoa sã duvida do facto de Jesus ter sido o fundador por detrás do movimento histórico cujo primeito estado distinto foi representado na comunidade palestiniana“
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Graham Stanton (Professor emérito de Novo Testamento na Universidade de Cambridge. Recentemente falecido)
Em The Gospels and Jesus, Stanton disse [meu destacado]:
“Hoje em dia, praticamente todos os historiadores, quer sejam cristãos ou não, aceitam o facto de que Jesus existiu e que os evangelhos contêm muita evidência valiosa digna de ser pesada e criticada. Existe a aceitação geral de que, com a possível excepção de Paulo,conhecemos mais a respeito de Jesus de Nazaré do que a respeito de outro judeu ou professor religioso pagão do 1º ou 2º século.“

sábado, 15 de dezembro de 2012

Moralidade independe de religião, diz estudo


Moralidade independe de religião, diz estudo

De Herton Escobar para O Estadão.
Crença divina seria produto, e não causa, de comportamentos sociais.
Como comentou a amiga @jufromhell no twitter: Óbvio e sabido por todos, mas não custa relembrar.
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De onde vem a religião? O fato de que todas as sociedades humanas conhecidas acreditam (ou acreditavam) em algum tipo de divindade – seja ela Deus, Alá, Zeus, o Sol, a Montanha ou espíritos da floresta – intriga os cientistas, que há tempos buscam uma explicação evolutiva para esse fenômeno.
Seria a religião uma característica com raiz evolutiva própria, selecionada naturalmente por sua capacidade de promover a moralidade e a cooperação entre indivíduos não aparentados de uma população? Ou seria ela um subproduto de outras características evolutivas que favorecem esse comportamento social independentemente de crenças religiosas?
A origem mais provável é a segunda, de acordo com um artigo científico publicado ontem na revista Trends in Cognitive Sciences. Os autores fazem uma revisão dos estudos já publicados sobre o tema e concluem que nem a cooperação nem a moralidade dependem da religião para existir, apesar de serem influenciadas por ela.
“A cooperação é possível graças a um conjunto de mecanismos mentais que não são específicos da religião. Julgamentos morais dependem desses mecanismos e parecem operar independentemente da formação religiosa individual”, escrevem os autores. “A religião é um conjunto de ideias que sobrevive na transmissão cultural porque parasita efetivamente outras estruturas cognitivas evoluídas.”
O artigo é assinado por Ilkka Pyysiäinen, da Universidade de Helsinki, na Finlândia, e Marc Hauser, dos Departamentos de Psicologia e Biologia Evolutiva Humana da Universidade Harvard, nos Estados Unidos.
Em entrevista ao Estado, Hauser disse que a religião “fornece apenas regras locais para casos muito específicos” de dilemas morais, como posições sobre o aborto ou a eutanásia. Já questões de caráter mais abstrato são definidas com base numa moralidade intuitiva que independe de religião.
Estudos em que pessoas são convidadas a opinar sobre dilemas morais hipotéticos mostram que o padrão de julgamento de religiosos é igual ao de pessoas sem religião ou ateias. Em outras palavras: a capacidade de distinguir entre certo e errado, aceitável e inaceitável, é intuitiva ao ser humano e independe da religião, apesar de ser moldada por ela em questões específicas.
“Isso pode sugerir como é equivocado fazer juízos sobre a moralidade das pessoas com base em suas religiões”, disse ao Estado o pesquisador Charbel El-Hani, coordenador do Grupo de Pesquisa em História, Filosofia e Ensino de Ciências Biológicas da Universidade Federal da Bahia. “Entre os ateus, assim como entre os religiosos, há a variabilidade usual dos humanos. Há ateus tão altruístas quanto Irmã Dulce, assim como há religiosos tão dados à desonestidade e a faltas éticas quanto pessoas não tão religiosas.”
Segundo Hauser, o ser humano não tem uma propensão a ser religioso, mas sim a buscar causas e propósitos para o mundo ao seu redor – o que muitas vezes acaba desembocando em alguma forma de divindade. Nesse caso, a religião seria um produto da evolução cultural, e não da evolução biológica. “O fato de algo ser universal não significa que faça parte da nossa biologia”, diz o pesquisador de Harvard.
Ele e Pyysiäinen sugerem que “a maioria, se não todos, dos ingredientes psicológicos que integram a religião evoluiu originalmente para solucionar problemas mais genéricos de interação social e, subsequentemente, foi cooptada para uso em atividades religiosas.”
Ao estabelecer regras coletivas de conduta, a religião funcionaria como uma ferramenta de incentivo e controle da cooperação – tanto pelo lado da salvação quanto da punição. “Que a religião está envolvida na cooperação não há dúvida. Mas dizer que ela evoluiu para esse propósito é algo completamente diferente”, afirma Hauser.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Refutando mitos ateus – sociedade sem Deus, o mito sueco

Refutando mitos ateus – sociedade sem Deus, o mito sueco
                                [Bandeira da Suécia, com a Cruz Nórdica]
Quando se discute a ética e a moralidade com os ateus, uma questão que muitas vezes surge é a Suécia. A Suécia é um país com uma baixa taxa de observância religiosa (de 10% que vão à igreja) mas, ao mesmo tempo, uma baixa taxa de criminalidade – assassinato de cerca de 1 por 100.000 pessoas por ano.
Com base nisto temos uma prova clara de que “você não precisa de Deus para ser bom”.
Ou não é?
A Suécia foi totalmente cristianizados por volta de 1150. A New International Encyclopedia de 1904 notouque a religião na Suécia foi ensinada nas escolas públicas sob controle proeminente do clero. Até 1950, era ilegal viver na Suécia e não ser oficialmente vinculado a nenhuma religião. Até 2000, a Suécia teve um igreja oficial do Estado. É seguro dizer que os avós dos suecos medianos atuais foram luteranos devotos e seus ancestrais foram fervorosos cristãos dedicados por mais de 800 anos. Os suecos herdaram uma forte tradição ética luterana, incluindo as proibições contra o assassinato e roubo. Se isso vai mudar quando mais o tempo passar e Suécia vai se descaracterizar e se destruir no humanismo secular em outras poucas gerações, teremos que esperar e ver.
A melhor exemplo de uma sociedade livre de Deus provavelmente seria a Coréia do Norte. Uma minoria dos norte-coreanos converteram-se para o cristianismo principalmente entre 1881 e 1948. Além do fato dos norte-coreanos não terem nenhuma experiência com o monoteísmo e religiões abraâmicas. Desde 1948, o governo norte-coreano tem sido ativamente antireligioso. (Isto não é um conceito especificamente comunista. Richard Dawkins, um ateu não-comunista, tem chamado a educação religiosa dos filhos de “abuso“, ou seja, isto presumivelmente significa que todos os pais cristãos são criminosos.)
A Coreia do Norte é um paraíso. Todos os ateus devem ir para lá.

domingo, 9 de dezembro de 2012

A Bíblia e o geocentrismo


A BÍBLIA E O GEOCENTRISMO – A BÍBLIA DIZ QUE O SOL GIRA À VOLTA DA TERRA?

O que eu acho mais engraçado nos ateus é que eles conhecem as partes da bíblia que são aparentemente controversas. O facto principal da Bíblia é relatar a vida de Jesus e o seu acto de Salvação na cruz. Mas os ateus pouco (para não dizer nada) conhecem sobre a vida de Jesus. Não sabem indicar certos versículos chaves, daqueles que aprendemos na Igreja quando temos 6 anos. Sabem, no entanto, indicar as partes onde há mortes, guerras, etc. Isto é que são ateus convictos. Um problema mais grave e lamentável é quando são os próprios crentes em Deus a apontar estas passagens aparentemente controversas.

Muitos apontam o relato bíblico onde Josué ora a Deus para Ele parar o sol, ficando assim com mais tempo para derrotar o exército que o povo de Israel enfrentava. Os que apontam isso, provavelmente nem sabem o porquê de Josué ter pedido para o Sol parar. Não devem saber o que aconteceu antes ou depois… mas sabem que a Bíblia diz que ele pediu para o Sol parar. Ateu para ser ateu tem de ser assim, mesmo… só conhecer as partes que possam gerar controvérsia.

A ordem dada por Josué para o sol se deter não significa que o sol gira à volta da Terra. A bíblia apenas utiliza a linguagem da aparência e da observação do ponto de vista do ser humano. Hoje em dia as pessoas fazem precisamente a mesma coisa. Por exemplo, os meteorologistas que preparem os relatórios para a televisão anunciam constantemente “o nascer do sol” e “o pôr-do-sol”.

Aliás, no texto de Josué, a menção à “congelação” também da lua confirma tanto a inspiração divina da bíblia como o facto de ser a Terra que gira à volta do sol. Uma vez que Josué apenas queria luz extra, e a maioria dos antigos acreditava (mediante a aparência) que o Sol girava à volta da Terra, um autor simples de um conto ficcional teria apenas referido a necessidade do Sol parar de se mover.



Actualmente, a mesma terminologia é usada quando alguém se refere ao nascer e ao pôr do sol: “Vamos ver o pôr-do-sol linda”, “Hoje o sol não devia ter nascido para mim”, “Que lindo pôr-do-sol”. Josué orou a Deus para Ele parar o sol porque do ponto de vista dele, como do nosso, era o sol que girava à volta da Terra! Ele não tinha a percepção e os meios para analisar esse facto como nós hoje temos! E nós hoje, sabendo que é a Terra que gira à volta do Sol e não o contrário, nunca dizemos algo do género: “Vamos ver a Terra a girar sobre o seu próprio eixo dando a ideia de que o sol se está a pôr”.

Se a Bíblia não utilizasse a linguagem da aparência, poderia ser difícil, em alguns casos, ser compreendida pelos antigos. Como é que o Josué iria explicar a 2 milhões de pessoas que a Terra é que estava a girar à volta do Sol, sem meios para tal, quando o que as pessoas viam era o Sol a surgir de um lado e a desaparecer no outro? A Bíblia não diz que o Sol gira à volta da Terra. Por exemplo, a Bíblia diz que a Terra está suspensa sobre o nada (Jó 26:7). Mas nenhum versículo da Bíblia diz que o Sol gira à volta da Terra. Se queres atacar a Bíblia por ela usar expressões que nós agora também utilizamos então, para manteres a coerência, aconselho-te a:

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1) começa por mudar a forma com que te referes ao nascer e ao pôr do sol. Não sejas burro! Tu sabes muito bem que o Sol não nasce nem se põe. A Terra é que gira sobre o seu próprio eixo e isso faz com que te pareça que é o Sol que se encontra em movimento;
2) depois de cumprires o primeiro ponto, explica aos teus amigos, familiares e mais pessoas com quem convivas, que estão a ser estúpidas ao usarem a expressão “nascer do sol” e “pôr-do-sol”;
3) agora que os ignorantes que acreditam na bíblia já sabem que não é o Sol que gira à volta da Terra, é necessário avisar os especialistas do tempo. Escreve uma carta ao Instituto de Meteorologia Português (IMP) explicando a grande ignorância dos meteorologistas e investigadores que lá trabalham. Há, no entanto, um problema. Não são só os meteorologistas do IMP que falam em nascer e pôr do sol. São os de todo o mundo!
4) Depois dos homens do tempo, é necessário alertar todos aqueles que trabalham nos planetários. Há aqui um problema muito grande. Todos os planetários utilizam como ponto de referência o planeta Terra e mostram o Sol e todos os restantes corpos celestiais em movimento à sua volta.

sábado, 8 de dezembro de 2012

Cristão Ateu, é Possível ?


Recentemente, foi divulgado pelo jornal Irish Times, uma pesquisa mostrando que mais de 20% dos católicos irlandeses não acreditam na ressurreição de Jesus nem que Deus criou o universo, e que 7% dos católicos sequer acreditam em Deus.


Agora, o Centro de Estudos Cristãos Theos, da Inglaterra, publicou os resultados de um estudo semelhante realizado pela empresa ComRes, que fez duas pesquisas. Foram entrevistadas 3.000 pessoas e comparou-se os resultados com a Pesquisa de Atitudes Sociais Britânicas, de 2008.

Embora a maioria das pessoas do Reino Unido mostre ter alguma forma de crença religiosa, surpreende o fato de que mesmo os ateus e pessoas que nunca frequentam cultos religiosos também se identificam como cristãos.

Pouco mais de 9% das pessoas que afirmam ser ateus continuam ligados à Igreja oficial da Inglaterra, a Episcopal Anglicana, principal denominação evangélica do país. Cerca de 1% entre as que disseram não acreditar em Deus se consideram católicas. Curiosamente, 6% dos ateus dizem fazer uma oração pelo menos uma vez por ano e 17% dizem ler a Bíblia. A maioria dos ateus (46%) afirma acreditar que “Os seres humanos são como outros animais, mas são particularmente complexos e essa complexidade dá valor e sentido à vida humana”.

A Igreja da Inglaterra tem vivido uma crise nos últimos anos por conta do crescimento do movimento neoateista no país, liderado por Richard Dawkins, e, ao mesmo tempo, vê o crescimento sem precedentes do islamismo no país. Traduzido de The Tablet e Theos Think Tank.

Para quem está interessado neste assunto, existe um livro da Editora Vida com o título O cristão ateu (Craig Groeschel) da Editora Vida que trata sobre as pessoas que crêem em Deus mas vivem como se Deus não estivesse por perto, não dando importância à Ele.

SINOPSE DO LIVRO O CRISTÃO ATEU

“Em O cristão ateu, Craig promove a transparência, obrigando-nos a olhar com toda a franqueza para o contraste entre como vivemos e o que afirmamos crer. A vulnerabilidade de Craig, aliada ao frescor de seus insights, levará você a realinhar comportamento com crenças.”
Andy Stanley

“Craig Groeschel é um comunicador brilhante, um presente para a Igreja mundial. Sabe dizer o que todos pensamos com autoridade e de maneira acessível, pela qual identificamos os altos e baixos da nossa caminhada diária com Deus. Seu amor genuíno por ver florescer a jornada de vida que temos a trilhar convencerá o seu coração com tranquilidade e encorajará a sua alma.”
Brian Houston

“Sempre gostei da disposição de Craig em ser sincero quando sua vida não condiz com as Escrituras. Muita gente mais do que depressa encontra desculpas para si e para outros que se autodenominam ‘cristãos’. Craig nos desafia a refletir profundamente, com sinceridade e cheios de temor, em como nossa vida pode contradizer nossa mensagem.”
Francis Chan

“Quanto mais eu procurava, mais encontrava cristãos ateus em todo lugar.” Graig Groeschel

“Os insights de Craig e sua sinceridade se combinam para fazer deste livro um verdadeiro presente para toda espécie de ‘ateu’!” Bill Hybels


terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Provas Científicas da Existência de Deus


PROVAS CIENTÍFICAS DA EXISTÊNCIA DE DEUS.



A nossa civilização é resultado da história. Hoje temos o Senado que é da cultura Romana, temos os números que foram criados pelos Árabes, temos a influência Cristã, tão diferente da influência oriental e principalmente da influência Indu que hoje vemos na novela das 20:00 horas da Rede Globo e que tanto nos escandaliza, mas a Revolução Francesa, particularmente teve uma grande influência na nossa civilização.

Foi a Revolução francesa que inaugurou as repúblicas e acabou com a era da Monarquia que hoje sobrevive tênuamente em muito poucos países.

A revolução francesa inaugurou na nossa sociedade a descrença em Deus que permeia até hoje os paradigmas da ciência ocidental, pois só se acredita naquilo que se pode provar em laboratório. O que não se pode provar em laboratório, mas que as pessoas crêem assim mesmo, fica relegado à religião cujo atributo principal é a fé.

A fé é algo em que se crê mas que não necessariamente foi provado em laboratório, mas que não deixa de ser científico. Na verdade Religião e ciência tratam ambas da mesma coisa, só que uma trata dos fenômenos que se pode provar e a outra trata dos fenômenos que não se pode provar.

Não foi a toa que Pierre Gaspar Chaumette na nave da Catedral Notre Dame de Pariz anunciou depois da Revolução Francesa em 1799 que "DEUS MORREU". Segundo ele A França que tinha superado a Monarquia dos Bourbons que dominavam a França a séculos, não precisava mais de Deus, e como ato contínuo introduziu a bailarina Candeille vestida em trajes frigios como a DEUSA RAZÃO.

Esse posicionamento de se considerar a RAZÃO acima de Deus, reflete séculos de revolta, não contra Deus, mas contra o domínio arbitrário da Igreja Católica que não admitia que a ciência se sobrepusesse à crença da Igreja Católica. Por isso quando as primeiras descobertas científicas ocorreram, como a descoberta de que a Terra não era o centro do universo como se supunha até então, a Igreja se opôs ferozmente. Cristóvão Colombo só não foi queimado na fogueira, quando argumentou que a Terra era redonda, como era o costume até então, porque tinha a proteção entre outras proteções da Rainha da Espanha.

Esse período de domínio político da Igreja que punia com a Morte àqueles que ousassem se opor a suas crenças, descabidas, e também o uso político que se fazia da Igreja, levou à revolta do esfaimado povo Frances, e da burguesia, primeiro contra a monarquia e segundo contra a Igreja, pois eram as duas instituições que sugavam os recursos da nação deixando o povo na miséria.


A 22 de Junho de 1633 Galileu é forçado a negar perante o tribunal da Santa Inquisição várias das

Suas convicções científicas; este é sem dúvida o episódio emblemático da oposição à liberdade do pensamento científico. No entanto, se a causa próxima para este julgamento foi a publicação no ano anterior do seu livro "Diálogo sobre os dois grandes sistemas do Mundo", é preciso recuar aos princípios do século XVII para se perceber um pouco melhor o que se terá passado.O pensamento então dominante era de que o Universo era constituído por dois tipos de corpos.

No primeiro grupo incluíam-se todos os que se deslocam entre a Terra imóvel e a órbita da Lua modificando-se continuamente; animais, flores e seres humanos, mas também rios e nuvens. Os planetas e as estrelas integravam a outra família tendo sido criados por Deus segundo uma ordem perfeita e por Ele dispostos num Cosmos imutável. Qualquer desvio em relação a esta forma de pensar era severamente punida como bem ilustra a morte em 1600 de Giordano Bruno queimado em Roma nas fogueiras da Inquisição.

 Dois acontecimentos induzem então Galileu a realizar uma série de observações dos astros que o levam a opor a esta imagem mítica do Cosmos um Universo onde as leis da Física e da Matemática dominavam:- o aparecimento de uma supernova em Outubro de 1604 cuja luminosidade, após ter atingido rapidamente um valor máximo decresceu até desaparecer no final de 1605;- a utilização da luneta a partir de 1609 que lhe revelou aspectos impossíveis de observar até então, em especial da Lua, de Vénus e de Júpiter. Destas observações resulta a publicação em 1610 daquele que é considerado um dos livros mais influentes de sempre, o "Mensageiro Celeste".

O conflito com as visões cosmológicas tradicionais tornou-se inevitável.[topo]>...À CIÊNCIA... SUPERNOVA 1604/1605Segundo a cosmologia então aceite tendo Deus criado um Universo celeste perfeito, uma estrela não podia nascer, emitir uma luminosidade com uma intensidade crescente durante alguns dias (que chegou a ser comparável à de Vénus) e depois começar a enfraquecer até se extinguir passados alguns meses. Galileu verificou que a nova estrela não se deslocava em relação às outras e que por isso não poderia pertencer à família dos fenómenos meteorológicos e sublunares; tratava-se por isso de uma verdadeira estrela o que levou a concluir que os corpos celestes não eram imutáveis.

Entretanto a descrença em Deus permeia ainda hoje a nossa ciência e a prejudica, pois a impede de reconhecer fatos que a cada dia se tornam mais evidentes os quais está ficando impossível desconsiderar, de tão patentes que são.

Isso porque a descrença em Deus na minha visão é uma falta de inteligência porque não sobrevive a uma análise das mais elementares da própria ciência. Passarei a seguir a citar o porquê das minha conclusões sempre baseado na ciência.

É evidente que o ser humano não apareceu por acaso. Houve uma grande conspiração para que ele existisse e continuasse a existir.

Uma das causas é a posição estratégica que a terra ocupa no espaço. A terra está na posição necessária para que a temperatura seja a temperatura perfeita para a existência de vida orgânica. As temperaturas em Vênus que é um dos planetas mais próximos da Terra estão em torno de duzentos e cinquenta graus centígrados em média. em Mercurio, em torno de 400º centígrados. Em Marte as temperaturas estão em torno de 80 graus negativos em média. Portanto a Terra que deve as diferenças de clima nas estações exclusivamente a sua inclinação em relação à posição do sol, estando certo que essa inclinação para mais perto ou para mais longe determina um calor insuportavel do verão ou o frio glacial do inverno, está na exata posição em que deveria estar para que a vida organica exista.

A velocidade de rotação que a terra exerce em torno do seu eixo provoca um ruido ensurdecedor, que nos deixaria todos surdos, mas a mãe natureza, cuidou disso também, pois situou a nossa audição na faixa entre 20 hertz a 22.000 hertz e portanto fora da faixa do ruido que a terra provoca em torno do seu próprio eixo.



Outro fator muito curioso que propicia a existência da vida na Terra é o fato de que o nosso sistema solar tem um escudo que intercepta a maioria dos corpos celestes que se não fossem desviados para esse imenso escudo acabariam por colidir com a terra, inclusive alguns cometas. Falo do planeta jupiter que devido ao seu imenso tamanho, (Dentro de Jupiter caberiam mil planetas Terra) atrai com sua imensa força gravitacional, a maioria dos corpos celestes que adentram o siatema solar.

Quem olha com atenção, e não com olhos sonhadores, a superfície da Lua, deve notar a enorme quantidade de crateras que marcam sua superfície. A Lua tem funcionado como uma espécie de escudo para a Terra, aparando uma quantidade enorme de golpes que, graças à sua ausência de fenômenos meteorológicos e estabilidade da crosta, ficaram registrados lá.
Júpiter tem o mesmo papel, mas não como escudo, e sim como "magneto", atraindo para si a maioria dos cometas e asteróides que vagavam pelo sistema solar desde sua formação.

Sem este serviço de limpeza, a quantidade destes corpos a atingir os planetas interiores, e aí se inclui a Terra, seria muito maior, e eventos de extinção em massa, como o asteróide que caiu há 65 milhões de anos, não aconteceriam a cada 60 milhões de anos, mas em um período bem mais curto, talvez de um ou dois milhões de anos, tornando praticamente impossível o desenvolvimento de animais muito complexos: só as bactérias sobreviveriam a um ambiente tão hostil.

É o que pensam dois investigadores da Universidade de Washington, EUA. No livro Rare Earth, recentemente lançado naquele país, Peter D. Ward, paleontologista, e Donald C. Brownlee, astrónomo e cientista da NASA, com base em investigações na área da astronomia, geologia e paleontologia, argumentam que a composição e estabilidade da Terra são extremamente raras.

MUITOS fatores se combinam para tornar inigualável a nossa localização no Universo. O nosso sistema solar fica entre dois dos braços espirais da Via-Láctea, numa região de relativamente poucas estrelas. Quase todas as estrelas que vemos à noite estão tão distantes de nós que, mesmo quando são vistas por meio dos maiores telescópios, continuam meros pontinhos de luz. É assim que tinha de ser?

Se o nosso sistema solar ficasse perto do centro da Via-Láctea, sofreríamos os maus efeitos de estar no meio de uma grande concentração de estrelas. É provável que a órbita da Terra, por exemplo, ficasse desordenada, afetando de modo drástico a vida humana.

Pelo visto, o sistema solar está exatamente no lugar certo na galáxia para evitar esse e outros perigos, como o superaquecimento ao cruzar nuvens de gás ou ficar exposto à explosão de estrelas e a outras fontes de radiação mortífera.
O Sol é um tipo de estrela ideal para as nossas necessidades. Sua combustão é constante, ele tem vida longa e não é nem grande nem quente demais. A vasta maioria das estrelas da nossa galáxia são bem menores do que o Sol e não fornecem o tipo apropriado de luz nem a quantidade correta de calor para sustentar a vida num planeta como a Terra.

Além disso, a maioria das estrelas estão gravitacionalmente ligadas a uma ou a mais estrelas e giram em torno umas das outras. O Sol, por outro lado, é independente. Seria muito difícil o nosso sistema solar permanecer estável se sofresse a influência da força gravitacional de dois ou mais sóis.

Outra particularidade do nosso sistema solar é a localização dos planetas exteriores gigantes, que têm órbitas quase circulares e não constituem ameaça gravitacional para os planetas interiores do tipo terrestre.* Em vez disso, os planetas exteriores executam a função protetora de absorver e desviar objetos perigosos.

“Não somos atingidos por uma excessiva quantidade de asteróides e cometas graças à presença, nas imediações, de planetas de gás gigantes, tais como Júpiter”, explicam os cientistas Peter D. Ward e Donald Brownlee no seu livro Rare Earth—Why Complex Life Is Uncommon in the Universe (Excepcional Terra — Por Que a Vida Complexa É Incomum no Universo). Já foram descobertos outros sistemas solares com planetas gigantes. Mas a maioria desses gigantes tem órbitas que seriam perigosas para planetas menores do tipo terrestre.

O papel da Lua




Desde a antiguidade, a Lua fascina a humanidade. Ela tem inspirado poetas e músicos. Por exemplo, um antigo poeta hebreu referiu-se à Lua como estando ‘firmemente estabelecida por tempo indefinido e como fiel testemunha no céu nublado’. — Salmo 89:37.

Um importante fator da influência da Lua sobre a Terra é sua força gravitacional, que provoca o fluxo das marés. Acredita-se que o movimento das marés seja fundamental para as correntes marítimas, que, por sua vez, são vitais para os nossos padrões climáticos

Outra função básica da Lua é estabilizar, por meio de sua força gravitacional, o eixo da Terra com respeito ao plano de órbita da Terra em volta do Sol. Segundo a revista científica Nature, sem a Lua, a inclinação do eixo da Terra oscilaria “de 0 [graus] a 85 [graus]” por longos períodos. Imagine se o eixo da Terra não fosse inclinado! Não teríamos a agradável mudança de estações e sofreríamos com a falta de chuva. A inclinação da Terra também evita que as temperaturas fiquem tão extremas a ponto de impossibilitar a nossa sobrevivência.

“Devemos a nossa atual estabilidade climática a uma circunstância excepcional: a presença da Lua”, conclui o astrônomo Jacques Laskar. Para cumprir seu papel estabilizador, a Lua é grande — relativamente maior do que as luas dos planetas gigantes.

De acordo com o escritor do antigo livro de Gênesis, ainda outra função do satélite natural da Terra, a Lua, é servir de luz noturna. — Gênesis 1:16.

Se o Sol se localizasse em outra parte de nossa galáxia, não teríamos uma vista tão boa das estrelas. “Nosso Sistema Solar”, explica o livro The Privileged Planet (O Planeta Privilegiado), “se localiza . . . longe das regiões ‘poeirentas’ e excessivamente iluminadas, permitindo uma excelente visão geral tanto das estrelas próximas como do distante Universo”.

Além disso, o tamanho da Lua e sua distância da Terra são exatamente apropriados para que a Lua cubra o Sol durante um eclipse solar. Esses raros e admiráveis eventos permitem que os astrônomos estudem o Sol. Com tais estudos, eles puderam desvendar muitos segredos sobre a origem do brilho das estrelas.

Acaso ou planejamento?

Como explicar a conjunção de múltiplos fatores que tornam a vida na Terra não apenas possível, mas também agradável? Parece haver apenas duas alternativas. A primeira é que todas essas realidades resultaram do mero acaso. A segunda é que existe algum objetivo inteligente por trás disso.

Há milhares de anos, as Escrituras Sagradas declararam que o nosso Universo fora concebido e feito por um Criador — o Deus Todo-Poderoso. Se for assim, isso significa que as condições existentes no nosso sistema solar são produto, não do acaso, mas de um projeto intencional.

O Criador nos deixou um relatório, por assim dizer, dos passos que ele deu para tornar possível a vida na Terra. Talvez se surpreenda de saber que os eventos na história do Universo descritos nesse relatório, embora ele tenha sido feito uns 3.500 anos atrás, correspondem basicamente ao que os cientistas acreditam que deve ter ocorrido.

Já acordou alguma vez num dia ensolarado, respirou o ar fresco e sentiu-se feliz de estar vivo? Talvez tenha caminhado por um jardim e se deliciado com a beleza e o perfume das flores, ou apanhado algumas frutas saborosas num pomar. Tais prazeres seriam impossíveis sem: (1) a abundância de água na Terra, (2) a quantidade certa de calor e de luz do Sol, (3) a atmosfera com sua mistura correta de gases e (4) o solo fértil.

Todos esses fatores — ausentes em Marte, em Vênus e em outros planetas vizinhos — não são fruto do mero acaso. Eles foram ajustados com precisão para tornar prazerosa a vida na Terra. Conforme mostrará o próximo artigo, a Bíblia diz também que o Criador projetou o nosso belo planeta para durar eternamente.

Fonte - http://filosofiaetecnologia.blogspot.com.br/2009/02/provas-cientificas-da-existencia-de.html